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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Universitários chavalenses apresentam Seminário sobre vida e obra de Marcello Silva



No último dia 21 de julho de 2019, universitários chavalenses da turma de Pedagogia do Centro Universitário UNINTA, apresentaram em Sobral/CE, Seminário Interdisciplinar com o tema "Marcello Silva, cidadão ilustre chavalense". O trabalho apresentado discorria sobre a vida e obra do escritor chavalense Marcello Silva

A pesquisa se baseou em bibliografia, pesquisa em sites, jornais e em entrevistas com autor em questão que se disponibilizou para a turma. 

Desde da abordagem da origem do autor que nasceu na zona rural de Chaval (Fazenda Poção) passando pela vida acadêmica e profissional até ao trabalhos literários de Marcello Silva. Mais AQUI

Clarice Souza, membro do grupo, disse que "foi um enorme prazer para nós desenvolver este trabalho, conhecer a fundo a trajetória de vida de Marcello e levar essa descoberta para outras pessoas conhecerem também"

Para Diego Araújo "Nossa apresentação foi muito boa e saímos com sensação de dever cumprido. E tudo isto foi possível graças a disponibilidade do autor" concluiu o estudante.

O trabalho foi orientado pelos professores Raimundo Pedro Justino de Orlanda e Raimunda Nonata Gomes Batista.

O grupo é constituído pelos seguintes estudantes: Clarice Souza, Diego Araújo, Júnior Brito, Reginaldo Cardoso e Sara Alves.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Homo Cactus e O Pescador sendo trabalhados em sala de aula em Granja/CE

Homo Cactus e O Pescador com a Professora Miria Fontenele com suas alunas Dalila Silveira e Deiza Veras 

A estudante Dalila Silveira lendo o nosso poema "Mãe, bicho estranho" de nosso livro "O Pescador". O registro foi feito pela professora Miria Fontenele no Sarau Literário do 3º ano K da Escola EMTI São José, extensão Timonha, distrito de Granja/CE.






A estudante Deiza Veras lendo o nosso conto "Menino Jesus" de nosso livro "Homo Cactus". O registro foi feito pela professora Miria Fontenele no Sarau Literário do 3º ano K da Escola EMTI São José, extensão Timonha, distrito de Granja/CE.
#Gratidão professora Miria pelo apoio de sempre!


sábado, 24 de agosto de 2019

Poema | Enquanto Respiro.


Tempo posto em minhas mãos 
Esmagado entre os dedos. 
E ainda me foge como pássaro cego em revoada ao crepúsculo

Não sei se levo a vida sobre meus ombros 
Ou se em suas asas de veludo sou levado; 
Não sei se a ganho a cada aurora para perdê-la ao ocaso 
Ou se ela, me ganha todo dia. 
Sem que eu possa notar.

Tempo, tempo, tempo... 
Essa navalha afiada que me retalha o corpo 
Deixando escoriações e marcas, 
Pelas quais, um rubro sangue escorre... 
Intenso como a insana vontade de superação.

Fica aos ares o meu apelo, o meu alento. 
Que me esqueçam por alguns séculos e me deixe aqui, 
Imortalizado em pensamentos, moldurado por emoções 
Passageiras e tendo á frente às horas paralisada como um 
Quadro velho, sujo e mal pintado.

SILVA, Marcello. O Pescador. Chiado Editora, 2015.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

O Pescador, Homo Cactus, Versania e Piauí em Letras no II Corredor Literário do Sesc Caixeiral


Com grande presença de público foi realizado na noite de sábado (17/08/2019) no SESC Caixeiral o II Corredor Literário, com venda e exposição de livros, promovido nas parcerias daquela entidade com a Academia Parnaibana de Letras, o O Piagui e escritores independentes.

Estivemos presentes no evento expondo nossas obras (O Pescador, Homo Cactus, Versania e Piauí em Letras II) e dialogando com os escritores da região. Um encontro recheado de literatura e confraternização entre escritores e amantes da arte de modo geral. O evento foi conduzido, brilhantemente, pela analista de literatura da casa, Laiane Fontenele.


Entre os escritores que lançaram e relançaram livros estavam Antonio de Pádua Marques, membro da Academia Parnaibana de Letras, o professor Adilson Castro e Claucio Ciarlini, editor e criador do O Piagui, a escritora e poetisa Ednólia Fontenele e Jorge Barbosa Filho, escritor carioca radicado em Parnaíba e o advogado Dante Ponte de Brito. 


Com Claucio Ciarlini


Com Laiane Fontenele

Com Pádua Marques


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Cavaleiro Medieval



Eu, cavaleiro medieval. 

Vindo de terras distantes 

Além das matas que se findam ao alcance dos olhos meus 

Perdi-me nos templos antigos 

Em meios a esculturas esbeltas 

Dos deuses, ninfas e anjos solitários. 

Procuro-me todo dia 

Reviro-me ao avesso 

Não me encontro 

Estou repousado na sombra da historia 

Ainda não estudada... 

Nos braços de Vênus me apazíguo e vivo... 


SILVA, Marcello. O Pescador. pag 16, Chiado Editora, 2015
Imagem: Google


sábado, 10 de novembro de 2018

Encontros literários com estudantes de duas Escolas Chavalenses...


Um sábado (20/10) de encontros literários com estudantes de duas Escolas Chavalenses...


Em um primeiro momento estivemos na Escola Luzia Cardoso Passos no Distrito de Carneiro e posteriormente marcamos presença na Escola Epitácio Brito de Oliveira na sede de Chaval/CE.

Agradecimento à Escola Luzia Cardoso Passos na pessoa de sua diretora Sara Carneiro e demais professores e amigos: Neidinha, Clecildo, Angelino, Cleber, Queriane, etc. Obrigado a Valéria Carneiro pelo arte em nossa homenagem.... ficou lindo! 

Na ocasião falamos um pouco sobre nossa trajetória estudantil (somos ex-alunos da escola citada) desde o ensino fundamental até o ensino superior. Quanto à literatura, fomos bastante questionados pelos presentes, desde O Pescador até Homo Cactus. Foi massa!

Gratidão à Escola Epitácio Brito: Direção, professores e estudantes que fizeram um evento lindo... Grato Jakelia Rocha, Dolores, Jailson, Adriana... Grupo Cearensês etc..

Lá, falamos um pouco mais sobre Homo Cactus. Expliquei aos presentes todo processo de criação da obra e ver nossos contos sendo interpretado em forma de peças teatrais não tem preço. Amamos o cordel releitura do conto "Homo Cactus". Galera deu um verdadeiro show nas apresentações..

Enfim... #Gratidao a todos !

Mais na nossa página no Facebook:


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Poeta Pescador - Luana Silva

Ao poeta pescador 

Pés descalços,
arranhões expostos,
pernas, corpo e rosto.

Sob o sol do meio dia,
queima minha tez, já escurecida da lida, da dureza da vida.

Mas insisto e permaneço, perseverar é o meu preço a pagar.

Pelo pão de cada dia, para que nunca venha a faltar um bocado de pão na boca daqueles a quem tenho que criar.

Dias vem, 
Dias tem,
Dias não.

Mas não desânimo não,
sob a bênção de Deus, 
sigo minha missão.

Nas águas do riacho, me encontro em solidão.
A espera do bom tempo, para ter a almejada provisão.

Dias vem,
Dias vão.

Na lida permaneço, 
aguentando os dias escassos,
na fé dos dias bons.

Pela alegria ou pela dor, regido por meu senhor.

Sou poeta, sou pescador.

Texto de Luana Silva

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Escritor Marcello Silva participa do 4º Festival de Literatura e Artes Literárias.


Agora em abril de 2017, o escritor chavalense Marcello Silva, autor do livro "O Pescador", participa da quarta edição do FESTIVAL DE LITERATURA E ARTES LITERÁRIAS, ou FLAL (Arte e Estilo), com a participação de 165 autores distribuídos em 220 vagas de bate-papos e entrevistas. O evento é online e iniciou em 1 º de abril e tem a duração de 10 semanas. O público poderá conversar e fazer perguntas em dias e horários específicos para cada um deles. A bate-papo com Marcello Silva será dia 22/04/2017 ás 18h50min. e a entrevista será entre os dias 10 e 11 de maio às 14 h.




Sobre o 4 º FLAL (Arte e Estilo)

O evento totalmente online, grátis e será separado por temáticas. Terá concurso de textos, entrevistas, Quiz literário e debates. Com atividades de interação, brindes, prêmios, dentre outros

O evento é organizado por uma equipe de 10 pessoas em trabalho voluntários: Luiz Amato, Ironi Jaeger, Nell Morato, Daniela Garcia, Elizabeth Machado, Luana Karoliny, Nanci Penna, Lizi Reis, Natali Felix e Roberta de Souza 


Conheça o FLAL - Festival de Literatura e Artes Literárias, em sua 4° Edição - Arte e Estilo na página do evento.

Participe!

https://www.facebook.com/events/1882855601936542/?active_tab=discussion

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Crônica | Preso o maior assassino de “corrente de internet”


Foi preso na manhã desta quarta-feira, na região central da cidade, José Otariano Verídico mais conhecido como “Zé Delete”. Sobre o dito-cujo, recaem inúmeras acusações: segundo a polícia local, são mais de cem assassinatos de “correntes da web” só este ano. Estivemos na delegacia e fizemos uma entrevista exclusiva com Zé Delete. Confira a conversa na íntegra:

Reportagem: Segundo o delegado, você é acusado de assassinar “correntes na internet”, procede?

Zé Delete: Sim, senhor! Sou eu mesmo. Sou bicho ruim.

Reportagem: Como começou essa vida de assassino? A primeira vez que você deletou uma corrente de internet ?

ZD: Faz tempo, senhor! Comecei no e-mail. Todo dia recebia e repassava. Teve um dia que o meu ‘PC’ “deu pau” e não repassei o e-mail que era sobre um cara que tinha caído no tanque da fábrica da coca-cola e tinha ficado todo corroído. Enfim, aquilo me deu náuseas.

Reportagem: E o que aconteceu a partir daí?

ZD: Fiquei apreensivo por não avisar os amigos. Andei pensativo pela cidade. Entrei no primeiro bar e bebi  um porre de coca-cola. Não aconteceu nada. Me senti  livre e desde então virei vida louca. Deleto tudo... Não repasso...

Reportagem: Continue Sr. Verídico...

ZD: Verídico é o c@r@lh*, meu nome é Zé Delete...

Reportagem:  Ok , ok... Continue.

ZD: Pois é... Comecei a matar as correntes. Matei aquela da agulha contaminada no cinema com vírus da AIDS... Aquela outra para salvar as baleias do Atlântico... Sem remorsos.

Reportagem: Mas você passou do e-mail para as redes sociais, não é isso?

ZD: Sim, sim. Foi quando apareceu o Orkut. Não divulguei a comunidade da campanha em prol da operação urgente da Silvinha que só tinha dois meses de vida, etc. Depois veio o Facebook e aí aumentou os assassinatos. Já sei que vou pro inferno por não “curtir”, “compartilhar” e nem comentei “amém” na postagem de uma foto que tinha Jesus  e outro moço de chifres. Preferi “só olha” e “ignora”. Também não compartilhei a imagem de uma garotinha que possuía “lapitospira’ que a cada compartilhamento, o Facebook doaria 10 centavos à família da criança... Enfim, são tantas correntes delatadas e ignoradas.

Reportagem: Mas seus índices de assassinatos aumentaram agora com o surgimento do Whatsapp, correto?

ZD: É verdade. Com o avanço da tecnologia aumentou também o número de idiotas que repassam. Fazer o que né?! Só aumenta minha ficha criminal (risos)

Reportagem: Lembra algum assassinato de corrente pelo WhatsApp?

ZD: Com certeza, senhor! São vários né... Tem aquela da capivara maconheira; do “hoje é o dia nacional da admiro você” que tinha que compartilhar com 20 amigos; o da batalha dos anjos contra as forças do mal que é pra compartilhar com 15 amigos pra forças do bem vencer;  tem aquela que compartilhando, a bateria do celular iria carregar automaticamente ou ganharia créditos da operadoras de telefonia... Tem a Buda sorridente para receber dinheiro... Enfim.

Reportagem: E como vai ser para sair dessa...?

ZD: Sou Zé Delete, tio. Vou sair daqui e vou voltar “pro corre”. Deletar, ignorar, deletar... Nasci pra isso...

Nota: Ao final da reportagem o delegado responsável nos informou que a situação de Zé Delete é grave, entretanto, a defesa já havia entrado com pedido de habeas corpus  e ele, provavelmente, aguardará o julgamento em liberdade. Enquanto isso nossa sociedade de alienados estará a mercê  de uma fora da lei de alta periculosidade (sapiência) como Zé Delete. Não podemos deixar isto acontecer. Sendo assim, curta, comente e compartilhe esse post até chegar às autoridade competentes. A cada curtida será doado 10 reais para pagar advogado de acusação de Zé Delete. Não se esqueça de digitar “Amém”.



SILVA, Marcello. 2016

P.S.: "esta é uma obra de ficção baseada na livre criação artística e sem compromisso com a realidade"

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Biografia | Marcello Silva


Marcello Silva é bacharel em Contabilidade (UFPI)


Estudante de Direito (UESPI).


Autor do livro de poesias "O Pescador"(Chiado Editora).


Participou do projeto literário “Enredado”(Editora Vidráguas).


Editor dos blog: Chavalzada

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Nosso autor Marcello Silva é acadêmico fundador da AMCL - Academia Mundial de Cultura e Literatura


Nosso autor Marcello Silva, foi convidado pelo Escritor Djalma Pinheiro para compor a AMCL - Academia Mundial De Cultura E Literatura. E entidade é uma forma de aglutinar, neste novo mundo da internet, todos os artistas e também os amantes da arte em todas as suas formas. As atividades da Academia foram iniciadas dia em 22 de agosto de 2016. 

Compõe-se a Academia de trinta e cinco Membros Titulares de cadeiras numeradas que serão os escritores, poetas e poetisas., membros honorários artistas de todas as áreas de atuação artística ou cidadãos amantes das artes, membros beneméritos e membros correspondentes. Os Acadêmicos são dos diversos Estados do Brasil, além da participação de membros europeus e africanos. 


Marcello Silva ocupa a cadeira de número 29 tendo como Patrono o poeta cearense Patativa do Assaré.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Poema | Enquanto Vivo

ENQUANTO VIVO

Em devaneios vivo mergulhado inteiro
Sedento lançado na louca vertigem
Em que me vejo num beijo derradeiro
Emanado de tua linda boca virgem

Insana euforia por um beijo 
Ainda me invade fugazmente 
Como se cá, esse louco desejo. 
Consumisse-me a inocência lentamente.

Tua face de anjo me persegue 
Ainda que eu em fuga me esquive 
A ti, pois, já estou entregue. 
De uma forma que nunca estive.

Se por medo fujo sem pensar 
É por não saber que me apreendo 
Que se afastar de ti é se aprisionar 
De tanto fugir, é aos teus braços ir correndo.

SILVA, Marcello. O Pescador. Chiado Editora, 2015. pg 41




domingo, 11 de setembro de 2016

O Livro "O Pescador" na abertura do II Arte Coletiva.

Ontem (10/09) ocorreu a abertura do II Arte Coletiva no Teatro Saraiva na cidade de Parnaiba/PI. O evento começou as 19 h e teve a participação de inúmeros artistas cada qual com seu estilo de arte. Desde os Origamis de Monique Ripardo, passando pelas Artes Plástica de Dacira até as Poesias de Marcello Silva. 
Na ocasião o Sr. Joaquim Lopes Saraiva, proprietário do espaço, agradeceu a presença de todos e enfatizou o trabalho de Dacira Brandão na organização do evento. Dacira, por sua vez, evidenciou a união dos artistas na realização do trabalho. 
O Livro O Pescador esteve em evidencia no evento com as declamações de suas poesias por seu autor Marcello Silva.   


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Projeto “Pescando Poesia nas Escolas”


1 - Introdução
A elaboração desse pequeno projeto tem em vista dois objetivos: O primeiro objetivo visa apresentar as poesias do Livro O Pescador, fazendo com que os alunos tenham um contato diferenciado com a poesia. A ideia é que se trabalhe com o aluno de uma maneira mais livre, mais lúdica e menos escolarizada, por meio de atividades em se tenha a possibilidade de fazer inúmeras leituras de poemas escolhidos pelos alunos, sem se preocupar com exercícios rotineiros
O segundo objetivo é fazer com que os alunos se sintam motivados a ler cada vez mais, e por conta própria, textos poéticos; procurar estimulá-los por meio do prazer que a leitura de poemas pode proporcionar; buscar poemas na biblioteca, na internet, nos sebos, nas livrarias, etc.
2 - Conversa sobre poesia
O encontro se inicia com uma breve apresentação do autor e do livro O Pescador, de como foi produzido à obra.
A conversa continua com o diálogo com os alunos sobre poesia (o Pescador): gêneros, autor, título e formas de expressão.
Durante esta conversa, serão definidos poema e poesia e também trabalhar a função e difusão da poesia. Ou seja: o que ela significa na vida dos alunos, o que eles pensam sobre este gênero e como têm contato com ele. Neste momento será trabalhado também o conceito de linguagem poética, a exploração do sentido conotativo das palavras e a utilização das figuras de linguagem.

A rima
Uma das características que estruturam o texto poético: a rima. Uma abordagem sobre a rima e sua importância no contexto poético.
Verso e estrofe
Conceitos de verso e estrofe. Esclarecendo neste momento que cada linha do poema constitui um verso e o conjunto deles que, em geral, apresenta um sentido completo, formam uma estrofe.
Será abordado o verso livre como aquele que possui leis próprias, sem um ritmo predeterminado ou predefinido, no qual a metrificação obedece a um padrão mais livre, seguindo a sensibilidade do poeta e permitindo uma série de efeitos especiais não anteriormente experimentados pela poesia tradicional.

3 - Seleção, leitura em voz alta e discussão em grupo de poemas

A atividade estará voltada a um trabalho mais sistemático com a leitura. Primeiramente, em grupos (no máximo cinco pessoas), os alunos deverão escolher, dentre os textos do livro de poesia O Pescador, aquele texto (poema) que achar mais interessante.
ideia central é que os alunos tenham a possibilidade de ler vários poemas e que possam discutir entre si até chegarem a um consenso quanto ao poema. Depois disso, o aluno ou o grupo, podendo fazer uma espécie de jogral, poderá ler o poema escolhido. Será questionando a respeito do porquê da escolha, se os outros grupos também gostaram, qual a parte que mais chamou a atenção, etc.
Para finalizar, os textos escolhidos serão discutidos...

4 - Composição coletiva de um poema
Os alunos deverão se reunir em grupos de 4 a 5 alunos. Cada aluno deverá escrever, em um pedaço de papel, uma palavra. Pode ser uma palavra que eles achem bonita pela sua sonoridade, pelo seu significado, que traga alguma lembrança boa, etc. O grupo colocará as palavras em um envelope, que deve ser trocado com outro grupo. Cada integrante do grupo, após a leitura das palavras recebidas do outro grupo, tentará escrever um poema em que todas as palavras sejam utilizadas.
No final, os alunos que desejarem, poderão fazer a leitura dos poemas realizados.

Os alunos terão total apoio do autor 

Fotos do projeto (AQUI)
Realização do Projeto nas Escolas Monsenhor Carneiro e Luzia Cardoso (AQUI)

domingo, 26 de junho de 2016

Entrevista do nosso autor Marcello Silva ao 2º FLAL (Festival de Literatura)

O Escritor chavalense Marcello Silva, autor do Livro "O Pescador", participou no mês de maio do 2º FLAL (Festival de Literatura e Artes Literárias) onde ele cedeu uma entrevista, a qual você pode conferir na íntegra a seguir:


Entrevista: (Original AQUI)


1 - Carlos Almir Ferreira - O que a poesia representa na sua vida? E por que escolheu este gênero dentre tantos outros?
R – Poesia é respiração. Confunde-se com a minha própria essência de existência. Eu não escolhi, aconteceu. Mas, escrevo e pretendo publicar outros gêneros também.


2 - Dani Silva - Qual a sua inspiração para escrever seus livros?
R – Me inspiro muito no meu cotidiano. No meu povo. Na cultura regional


3 - Claudia Mina - Você acha que um autor precisa de uma editora para a publicação de um livro? Qual a sua visão sobre a publicação independente?
R – Não, necessariamente. Dependendo da editora, às vezes é melhor publicar de forma independente do que com uma editora que não te ajuda na divulgação, propagação e venda da tua obra. A produção independente te dá mais controle sobre tua obra.


4 - Michelle Paranhos - Como você constrói o perfil físico e psicológico do personagem principal de você? E do vilão ou antagonista? Vocês se inspiram em que ou em quem?
R – Primeiro é traçar o objetivo do personagem na trama, a partir daí é elaborar seu perfil baseado no cotidiano e realidade da trama. Pesco da minha realidade alguns traços físicos e psicológicos tanto do protagonista quanto do vilão. Livros, filmes, HQ, enfim tudo que leio ou assisto serve para complementar meus personagens.


5 - Luciana Do Rocio Mallon - Como você reage às críticas negativas?
R - Primeiro, temos que ter consciência do nosso trabalho para que não possamos ficar tão vulneráveis às críticas ou aos elogios. Ambos vão existirem. Aproveito o máximo da crítica negativa e tento utiliza-la como um mecanismo de aprimoramento da minha obra.


6 - Lari Patricio - Qual a sua opinião a respeito de clichês? Um livro bom é aquele completamente original, ou um clichê bem escrito pode ser bom? É possível fugir de clichês?
R – Clichês são necessários. Não se pode é utiliza-lo o tempo todo dentro de uma obra. Acredito que um clichê bem trabalhado, de vez em quando, mantém tua obra em percurso. É muito difícil fugir deles, então vamos utilizar o inimigo como aliado (rs)


7 - Miguel Rodrigues - Quando você escreve, tem consciência que seus pensamentos terão consequências?
R – Sim, sei que eles vão ‘invadir o mundo’. Escrever é uma forma direta de passar uma mensagem, então aproveito esta situação para conscientizar meus leitores acerca da realidade em que vivemos. Camuflo nas minhas metáforas uma mensagem social, política... Ideológica, etc.


8 - Dom Rodrigo Miranda - Você acha que participar de saraus e eventos sociais ajuda a vender o livro, ou, pode queimar o escritor por causa de intrigas e fofocas que podem acontecer?
R – Sim, a participação em eventos sempre ajuda, não só na venda em si, mas na divulgação da ideia do livro como um todo. Quanto às intrigas, elas acontecem, infelizmente, independentes disto. Precisamos de apoios mútuos entre nós mesmo.


9 - Carla Póvoa - Julga que existe um cenário mais apropriado que outro para o lançamento de um livro? Qual a maior motivação que leva as pessoas ao lançamento de um livro?
R – Acho que depende da obra e do autor. O que se pretendo com a obra. O público-alvo também conta na hora de escolher um cenário de lançamento. As publico tem que se sentir instigados a conhecer a obra, seja de um amigo ou desconhecido.


10 - Hidaru Mei - Você se inspira em um local/cenário real para criar seus livros?
R – Uma das críticas que recebo é que minha literatura é muito regional. Pois, minha poesia e prosa, em sua maioria, conta a cultura e o cotidiano da minha região (Nordeste brasileiro) e do meu povo.


11 - Cristiane Wimmer - Quando está escrevendo um livro, você consegue entrar na história? Passar a ser a personagem principal, e você passando por tudo, e contanto a história?
R – É um jogo de’ vai-e-vem’. Hora entro na história e escrevo como um personagem, em outras circunstancias tenho que está por fora, observando tudo e mantendo o enredo.


12 – Luiz Amato - Cite dois livros inesquecíveis, um nacional e um estrangeiro.
R – Como gosto de poesia vou citar “Poema Sujo” de Ferreira Gullar e “Os Sofrimentos do Jovem Werther” de Goethe. Esses dois livros foram uns dos primeiros que li, por isto, esta identificação


Fonte: 2º FLAL

terça-feira, 10 de maio de 2016

Nosso Autor participa de Festival Literário com 160 autores nacionais e estrangeiros

Agora em maio, o escritor chavalense Marcello Silva, autor do livro "O Pescador", participará da segunda edição do FESTIVAL DE LITERATURA E ARTES LITERÁRIAS, ou FLAL, com a participação de 161 autores nacionais e estrangeiros. O evento é online, vai de 01 de abril até 29 de maio deste ano e o público poderá conversar e fazer perguntas em dias e horários específicos para cada um deles. A entrevista de Marcello Silva será dia 19/05/2016 ás 13:00 h. desde então, sintam-se convidado s a participarem.


E mais: serão distribuídos livros, marcadores, brindes e mais uma dezena de prêmios para quem participar do evento!

O festival é organizado por uma equipe de voluntários, encabeçada por LUIZ AMATO e FERNANDA AVELAR, e apoiados por: DAYA MACIEL, BIA SANTANA, PAULA AZARA, ROBERTA SOUZA, DANIELA GARCIA, LOUYSE ROSA, THAIS CRISTINA, GUSTAVO RAYNER, GE BENJAMIM, IRONI JAEGER, e ROSÂNGELA ANGARTEN.

Abaixo uma entrevista com de Luiz Amato ao site Gettub, explicando um pouco melhor sobre o festival:

Luiz Amato é Paulista, casado, pai de duas lindas filhas. Roqueiro convicto, curte tocar guitarra. Ama cachorros. Autor da Série A Grande Aventura (S.A.G.A.), composta por 3 volumes: A Lenda, A Jornada, A Revelação. É autor dos contos Psicos - Fronteira Final - Deus é mesmo Brasileiro - Louco? Quem? Eu? - Herói Urbano - Felicidade, Um conto de Amor - Amor Somente Amor - O Plantonista - Q.I. 180 Um presente ou...? – Lua Cheia, reunidos em um livro homônimo. Seus autores preferidos, são: James A. Michener, James Clavel, Sven Hassel, Jack Higgins, Machado de Assis e José Mauro de Vasconcelos, que, de uma forma ou de outra, influenciaram o seu modo de escrever.



GETTUB: O que é o FLAL? 

LUIZ AMATO: Festival de Literatura e Artes Literárias. É um evento 100% online, gratuito, que tem como metas principais, divulgar a literatura e aproximar o público leitor, do escritor. 

GETTUB: Como surgiu o festival? 

LUIZ AMATO: Eu participei de um outro evento, o qual eu considero muito bom, de nome; projeto um dia a R$ 0,00 da Ge Benjamim, onde os autores disponibilizam seus escritos a custo zero para os participantes. A partir dele, desenvolvi oFLAL. 

GETTUB: Qual a maior dificuldade em criar um evento desse nível? 

LUIZ AMATO: Para a criação, praticamente nenhuma. Agora para gerir, muitas. Um exemplo: A comunicação com os participantes. Foi criado, em janeiro de 2016, um grupo exclusivo para isso, onde são postadas todas as informações para o desenvolvimento das ações necessárias. Estamos a duas semanas do início do Festival, mas ainda recebo perguntas do tipo: Para que serve a entrevista? 

GETTUB: O que o público poderá encontrar no festival? 

LUIZ AMATO: Nesta edição, somos 161 escritores (as) dos mais variados estilos, onde 72 deles, participarão de bate-papos, sextas e sábados, em tempo real. O público poderá perguntar o que quiser. Temos também as entrevistas publicadas durante os dias da semana, no período do evento, onde os autores respondem às perguntas enviadas pelo público. Adicionamos nesta 2ª edição, entrevistas com profissionais da área literária, e um evento que chamamos de pré FLAL, onde os participantes inscritos enviam textos, que são publicados anonimamente. O público pode comentar e avaliar. 

GETTUB: Como é a interação entre o público e os autores? 

LUIZ AMATO: Ela ocorre, principalmente, durante os bate-papos, onde o público, em um sistema de perguntas e respostas em tempo real, obtém informações sobre os mais variados quesitos, do autor participante. 

GETTUB: Qualquer um pode participar? 

LUIZ AMATO: Sim, tanto como autor, como público ou como membro da coordenação do evento (trabalho voluntário). 

GETTUB: Quem fornece os prêmios dos sorteios? R. Os autores. Nós pedimos aos mesmos, dentro da medida do possível (não existe obrigatoriedade), que doem brindes (livros, marcadores, botons, etc), para sortearmos ao público participante. Em escala bem menor, também direcionado ao público, recebemos doações de terceiros. 8) Como enxerga a literatura nacional atual? 

LUIZ AMATO: Eu sempre gosto de usar esse termo: Somos um vulcão prestes a entrar em erupção. A quantidade de obras, com qualidade excelente, é muito grande. Temos escritores (as) com nível para sucesso mundial. 

GETTUB: O que pensa do trabalho das editoras quanto a obras nacionais? 

LUIZ AMATO: Sem generalizar, resumo em duas palavras: Faturamento e Rotina: A editora é uma empresa, e como todo negócio visa faturamento. O mesmo tem à plena garantia ao se editar uma obra estrangeira, já consagrada, de venda fácil. Acontece que esse procedimento, acaba se tornando uma rotina. Para que perdermos tempo e arriscarmos investimentos com textos (mesmo com qualidade excepcional) de ilustres desconhecidos, se podemos faturar com títulos e autores (as) conhecidos do púbico. 

GETTUB: De onde pensa que vem a resistência de alguns leitores quanto a obras nacionais? 

LUIZ AMATO: Com certeza do total desconhecimento do que é, e, da qualidade da literatura nacional. Já li um comentário que dizia “Nossa, que ruim este livro, tinha que ser um autor nacional” Quem teceu esse comentário, esquece que generalizar é errado. Se um não presta, não significa que todos não prestam. Um outro detalhe. Os estrangeiros que aqui chegam, já foram insistentemente preparados, para ter excelência em sua qualidade. 

GETTUB: Haverá o FLAL 3? 

LUIZ AMATO: Eu penso que sim, pois, mesmo o festival sendo recente, está na 2ª edição, já atingiu patamares para figurar no calendário nacional de eventos culturais. Pode ser que eu não faça mais parte da organização coordenação, mas continuará divulgando e mostrando que a cultura é o maior tesouro de um ser humano.

Colaboração na postagem: Luiz Amato e site Gettub

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Nosso Autor foi palestrante no I Colóquio de Educação Ambiental na UFPI

Aconteceu no auditório do Campus da UFPI de Parnaíba, o I Colóquio de Educação Ambiental. O evento foi dia 30 de janeiro deste ano. Nesta primeira edição, foi abortado o tema: “A poesia como auxílio da educação ambiental”, tendo como o palestrante Marcello Silva, autor do livro “O Pescador”.
Ainda no colóquio, a pedagoga Rosangela Maria palestrou sobre as “Narrativas na Educação Ambiental”. 
Agradecimentos a Vitória Vanessa.