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sábado, 30 de agosto de 2025

Encerramento da Ocupação Literária Academia Viva 2025 celebra escritores e difusão da literatura em Parnaíba/PI


Na noite de ontem, 29 de agosto de 2025, o auditório do Sesc Avenida, em Parnaíba/PI, foi palco do encerramento da ocupação literária “Academia Viva 2025”, promovida pela Academia Parnaibana de Letras (APAL) por meio do EDITAL 03/2024 PNAB – “Espaço Cultural Amélia Beviláqua”, iniciativa da Secretaria de Cultura do Piauí (Secult-PI).

O projeto, que desde maio movimentou a cena cultural com oficinas, rodas de conversa, concursos, lançamentos de livros e ações de fomento à produção literária, reuniu escritores, leitores e admiradores da arte em um encontro memorável de celebração à palavra e à criatividade.

Premiações e homenagens

Durante o evento, realizado das 19h às 21h, foram entregues as premiações de três importantes concursos literários:

Edital Lígia Ferraz de Fomento à Produção Literária – vencedores: João Paulo Nascimento, Mauro Sousa, Morgana Sales, Josiel Barros e Jedson Martins.

Concurso de Textos Paulo de Tarso Mendes de Souza – vencedores: Carlos Antônio Galeno, Carlos Eduardo Silva, João Paulo Nascimento, Paloma Santos e Pamela Santos.

II Prêmio Escritor Parnaibano – Edição Diderot Mavignier – vencedores: Marcello Silva, Sousa Filho, Eudes Sousa, Fernanda Costa e Carlos Henrique Nogueira.

Além da entrega dos prêmios, a noite contou com declamações de poesias dos autores vencedores, emocionando o público presente.

Falas e celebrações

A cerimônia, conduzida pelo escritor Daltro Paiva, também foi marcada pelas falas de dirigentes da Academia Parnaibana de Letras e da comissão organizadora: José Luis de Carvalho (presidente), Antônio Galas (secretário) e Claucio Ciarlini (membro). Os oradores destacaram a importância do projeto Academia Viva, que vem ampliando o acesso à literatura, fortalecendo a cena cultural local e oferecendo oportunidades a novos escritores.

Após as solenidades, o público participou de um coffeebreak e de uma animada sessão de autógrafos com escritores que lançaram suas obras durante a ocupação. O auditório esteve lotado, reunindo escritores, amigos, familiares e amantes da literatura de Parnaíba e região.

A força dos editais culturais

O Academia Viva 2025 reforçou o impacto positivo dos editais públicos, como o PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura ) e o SIEC (Sistema de Incentivo Estadual à Cultura do Piauí), fundamentais para democratizar o acesso à cultura e valorizar o trabalho de artistas e escritores piauienses.

“Projetos como este consolidam a literatura como força viva, que não apenas preserva memórias, mas também abre caminhos para novas vozes”, ressaltaram os organizadores.

O evento deixou a marca de que a literatura em Parnaíba está em plena efervescência, pulsando entre gerações e reafirmando-se como patrimônio cultural da cidade.







sábado, 31 de maio de 2025

Lançada a 4ª edição da Feira Literária de Barra Grande, em Cajueiro da Praia/PI


O lançamento da IV FLIBG – Feira literária de Barra Grande, na Villa dos Poetas Pousada, no povoado de Barra Grande/ Cajueiro da Praia/PI, na quinta feira(29), contou com a presença de autoridades, como a vice prefeita da cidade, Nathália Régia, Secretária de Cultura, Marília e a Secretária de Educação do município, Elivânia Damasceno além de professores/as, escritores e escritoras e representantes de parceiros do evento como a SEDUC /PI, SEBRAE, Sesc Caixeiral, IFPI/Parnaíba. Os homenageados desta edição, a escritora Sônia Terra, enviou mensagem de agradecimento e apoio a feira e o escritor homenageado Claucio Ciarlini, compareceu ao evento .

A Coordenadora da FLIBG, Josilene Neres, destacou a importância da Feira, que vai conectar escritores e escritoras regionais de todo o país e que têm como um dos objetivos, incentivar crianças e jovens estudantes e a comunidade em geral, à leitura com diversas atividades durante três dias, além de movimentar o turismo e a economia local com a comercialização de livros, artesanato, gastronomia e rede hoteleira: “teremos a presença de grandes escritores e lançamentos de livros em rodas de conversas e palestras, contação de histórias, shows, performances literárias e a participação de escritores como o poeta piauiense que atualmente mora em São Paulo, Rubervam Du Nascimento e o poeta maranhense Fernando Abreu.

As novidades desta FLIBG incluem também o prêmio de literatura Kenard Kruel que vai contar com a premiação orquestrada pela ACADEMIA PIAUIENSE DE LETRAS, e o lançamento do livro de redações dos alunos de Cajueiro da Praia premiados na edição passada da feira, e o 2º Concurso de Redação. Josilene também citou a doação de livros e o cheque livros, por meio de parceria com a Secretaria Estadual de Educação do Piauí, um grande destaque da Feira, que segundo a escritora “vai facilitar aos alunos da rede pública a aquisição de publicações e grandes obras que muitos destes jovens não teriam condições de comprar”. A feira será em agosto e até lá muitas novidades ainda serão anunciadas, concluiu a cordenadora da FLIBG.

A IV Feira Literária de Barra Grande será realizada de 14 a 16 de agosto de 2025




Serviço:
IV FLIBG – BARRA GRANDE
14 A 16.08.2025
Contatos/Entrevistas
Edna Maciel – 86 9 8147 55 68
Josilene Neres -​86 9 8190-8097

sábado, 17 de maio de 2025

Resenha Literária: O Argonauta de Si Mesmo – F. Gerson Meneses e a viagem interior do poeta


Em O Argonauta de Si Mesmo, o poeta piauiense F. Gerson Meneses convida o leitor a lançar-se em uma travessia poética profundamente pessoal e universal. Inspirado na figura mitológica dos argonautas — os navegadores da embarcação Argo, liderados por Jasão na busca pelo Velocino de Ouro — Meneses assume o leme de uma jornada interior, onde o oceano é o próprio eu, e os poemas, as ilhas, vulcões e tempestades do inconsciente.

Após o sucesso de Versos Retos de um Poeta Torto (2018), o autor volta mais maduro, mais afiado, mais visceral. Se a obra anterior já revelava um poeta de grande domínio da linguagem, aqui ele expande seus horizontes, compondo 58 poemas distribuídos em cinco capítulos: Devaneando, Natureza, Encontros, Vida e Ensaio de Cordel. São seções que, como mapas náuticos, conduzem o leitor por experiências sensoriais, filosóficas e afetivas que vão do concreto ao onírico.

A beleza plástica da obra, com arte de capa simbólica (um homem a pensar em sua embarcação solitária) e ilustrações de Jason Fontenele, reforça o tom reflexivo que permeia os versos. O prefácio, assinado por Claucio Ciarlini, escritor e historiador, aponta com precisão a força do livro: sua capacidade de provocar, comover e transformar, mantendo viva a chama crítica frente aos absurdos políticos e sociais dos últimos anos — um eco contemporâneo do que fez Carlos Drummond de Andrade em A Rosa do Povo.

Meneses homenageia paisagens, escancara memórias, fala de amor mesmo quando há dor, e nunca esquece o torrão natal — como fez Da Costa e Silva ao cantar o Piauí. Sua escrita, por vezes romântica, por vezes concreta, nunca se aparta da emoção verdadeira. A poesia aqui é resiliência, é cicatriz e também sopro de esperança. É, como escreveu Octavio Paz, “um ato vital”.

O Argonauta de Si Mesmo não é apenas um livro: é um chamado. Uma viagem que, ao término, nos faz perceber que o maior destino da poesia é o encontro com aquilo que ainda pulsa em nós — mesmo quando o mar está revolto.

SILVA, Marcello. 2025

quarta-feira, 1 de maio de 2024

Poema | Posdemia.


Imagem: Google
I

Luzes e enfeites,
A praça festeja sorrisos e cores
Aos abraços a rua vibra
O ar bate no peito
Com gosto de saudade...

O ano renasce... do casulo
Somos auto metamorfoses
Renascendo do ócio da Caverna de Platão.
Vamos além da imagem refletida na parede.
Quem somos?
Vamos!
Olha que dádiva esse esplendor de coisas...
E essa luz, foi sempre bela assim?

Silva, Marcello. 2020


II

E depois da tempestade
Vem sempre a harmonia
Não há mal que sempre dure
O bem ia vencer um dia
No entanto o passado
Serviu de aprendizado
Para viver a calmaria

Está na simplicidade
Essência de toda vida
E as coisas intangíveis
É o segredo da lida
O abraço do amigo
Que traz junto consigo
Uma alegria envolvida

Percebemos quão é belo
Nascer e o pôr do sol
Pescar nos igarapés
Ou ir jogar futebol
Sem rumo por aí sair
Pensamento esvair
Com as aves no arrebol

Valorizar cada detalhe:
 O afeto da nossa cria
Abraço de pai e mãe
Ao coração traz alegria
E respeitar os colegas
A ti amor não sonegas
Nessa vida posdemia.


SILVA, Marcello. 2020



segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Atevaldo Rodrigues | O homem que fotografa infinitos


Saudade e nostalgia de um tempo pretérito tatuado nas lembranças do poeta Atevaldo Rodrigues e ao mesmo tempo, visões futurísticas mapeadas com o sabor e o cheiro que só a poesia é capaz de ofertar a um homem. O Eu lírico de “Onde Termina o Infinito” é um menino sem camisa, calça surrada, de estilingue na mão, sentado em uma pedra à beira de um açude, observando o passar da vida interiorana, simultaneamente, é um homem de face fria chorando metáforas à noite sem estrelas. “A dor que nasce é tão funda / A alma quase se esvai” diz ele.

Os poemas são em versos livres e ritmos poéticos variados. Ora são curtos como coices e outras vezes, são ritmados com um solo de saxofone. As metáforas são ricas e apaziguadoras à alma-leitora que sonha e vibra a cada verso.

A simplicidade das metáforas e intimidade do poeta com as coisas simples da vida, o amor a família e amigos... são, sem dúvidas, a maior riqueza desta obra que provoca o leitor a reflexão sobre a essência da vida, o quão mágico e divino é o instante: saudade para quem viveu e curiosidade para aquele que ainda pode viver cada pedaço de vida imortalizado na poética do autor. Através destas metáforas, percebemos a dimensão de cada fração de segundo ao lado dos pais, irmãos, amores, casa, chão, cheiro de vó... Café.

Atevaldo fotografa infinito toda vez que escreve. Este lugar metalinguístico é onde reside todas as versões do poeta, do menino e homem. Lá na morada do fim, o poeta tem carta branca e um banco de madeira tal qual no café do Cazuza em Chaval, e ele é rei de suas metáforas, lembranças, saudades e com elas, o poeta brinca de criador de mundos paralelos.

“Onde Termina o Infinito” mora toda alma do poeta Atevaldo. Os poemas são convites a viajar a multidimensões oníricas, mas reais e talvez até cruas. Algumas metáforas são lâminas afiadas e quando menos esperamos, estamos sangrando como o poeta ao escrevê-las. Os poemas desta obra descrevem a cidade natal com suas pessoas, cheiros, gostos e trejeitos bucólicos típicos; fala das coisas desimportantes a olho nu e de valor imensurável; descreve o abstrato existencial que atormenta todo ser pensante neste plano: o que é o amor? Existe a morte? E Deus?.

Caro leitor, se tu leres esta obra e não chorar em alguma parte dela, desconfiarei da tua humanidade. “Onde termina o infinito” é uma dose poética necessária para nos manter vivo e compreender a importância dos sonhos, das utopias e das saudades.

Marcello Silva – Escritor

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Livros "Homo Cactus" disponíveis com o autor


LIVRO HOMO CACTUS 

Olha quem apareceu por aqui! Uma nova remessa de exemplares do livro de contos HOMO CACTUS do escritor chavalense @marcello_s_silva (Grupo Editorial Hope 2018). Quem ainda não tem e deseja adquirir, é essa a chance! Valor único: R$ 30,00

Contato: (88) 98854-6209 (WhatsApp)
.
*aceitamos cartões *frete grátis .


Mais sobre Homo Cactus nos links abaixo:


sábado, 10 de novembro de 2018

Encontros literários com estudantes de duas Escolas Chavalenses...


Um sábado (20/10) de encontros literários com estudantes de duas Escolas Chavalenses...


Em um primeiro momento estivemos na Escola Luzia Cardoso Passos no Distrito de Carneiro e posteriormente marcamos presença na Escola Epitácio Brito de Oliveira na sede de Chaval/CE.

Agradecimento à Escola Luzia Cardoso Passos na pessoa de sua diretora Sara Carneiro e demais professores e amigos: Neidinha, Clecildo, Angelino, Cleber, Queriane, etc. Obrigado a Valéria Carneiro pelo arte em nossa homenagem.... ficou lindo! 

Na ocasião falamos um pouco sobre nossa trajetória estudantil (somos ex-alunos da escola citada) desde o ensino fundamental até o ensino superior. Quanto à literatura, fomos bastante questionados pelos presentes, desde O Pescador até Homo Cactus. Foi massa!

Gratidão à Escola Epitácio Brito: Direção, professores e estudantes que fizeram um evento lindo... Grato Jakelia Rocha, Dolores, Jailson, Adriana... Grupo Cearensês etc..

Lá, falamos um pouco mais sobre Homo Cactus. Expliquei aos presentes todo processo de criação da obra e ver nossos contos sendo interpretado em forma de peças teatrais não tem preço. Amamos o cordel releitura do conto "Homo Cactus". Galera deu um verdadeiro show nas apresentações..

Enfim... #Gratidao a todos !

Mais na nossa página no Facebook:


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Lobisomens e cangaceiros desfilam no nosso novo livro: Homo Cactus.


O escritor chavalense, radicado em Parnaíba, Marcello Silva, lançará no segundo semestre deste ano, seu mais novo trabalho literário. A obra em questão se trata do livro de contos denominado “Homo Cactus” que será publicado pela editora paulista “Editorial Hope”.

O livro trás estórias e lenda da vida interiorana. São 15 contos que se comunica com o tempo e o espaço rural. “Cresci ouvindo boa parte dessas estórias. Costumava ficar observando as conversas dos meus avós e anciões da comunidade onde eu morava. Prometi que um dia eu colocaria no papel” afirmou o autor.

Há mistérios e suspenses em quase todos os contos como, por exemplo, em "Cangaceiro Sem Face" onde numa vila um sujeito estranho e misterioso aparece em uma noite a procura dos bisnetos do rei do cangaço; "O Lobisomem de Santa Cecília" narra a estória de fatos estranhos ocorridos na Fazenda Santa Cecília depois do aparecimento do silencioso Manoel Redondo. O amor ganha faces nos contos "O Pecado de Maria" quando a narradora vai fazer um trabalho de campo da faculdade conhece dona Celeste e seus segredos; "Buk e as galinhas" relata a vida rotineira de dois eternos amantes. Angústia e fé nos contos "Canto do Urutau I e II" quando uma mãe ganha voz e evidencia sua dor e drama ao esperar a volta de um filho que saíra de casa há quase três décadas; "Menino Vaqueiro" baseia-se em fatos, onde narra a angustia e a fé de uma família ao procurar pelo filho pequeno que se perdera no sertão. Enfim, os demais contos seguem essa temática e estilo.

Para o escritor e jornalista Pádua Marques “É bonito e gratificante ler uma obra igual a esta. E a gente acaba viajando entre os contos, seus títulos, frases e as letras, por entre as veredas que ninguém nunca imagina onde vão chegar...”

Para o escritor e professor Carvalho Filho: “nas narrativas de Marcello Silva um universo de homens duros e práticos, embora suscetíveis à fantasia, vivendo em um mundo a um só tempo lógico e assombrado.”. Mais adiante continua o professor Carvalho “Suspense e misticismo são alguns dos elementos encontrados nos contos deste volume. Quanto ao espaço, a zona rural se destaca como cenário privilegiado.”

Por fim, ponderou a escritora Luana Silva: “Esse abraço nostálgico que Homo Cactus nos traz é espinhoso, porém necessário. Essa resiliência que inspira, é o símbolo do sertão!”

O livro “Homo Cactus” estará disponível em breve no site do Grupo Editorial Hope (https://www.editorahope.com/ ) e será lançado no segundo semestre em Parnaíba/PI e Chaval/CE. 

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Primeiras impressões do livro "Homo Cactus" pelo blog "Cá Entre Nós"

Imagem ilustrativa

Livro: HOMO CACTUS

Autor: Marcello Silva

Editora: Hope

(Ainda irá entrar em pré venda)

Minhas impressões:

Um livro onde vemos várias historias, tendo o sertão como fundo. Vamos nos apavorar com o lobisomem e sempre nos benzer ao passar por uma encruzilhada.

Conhecer a triste história de um cangaceiro traído e de um menino esperando o papai noel. E nos emocionar com um casal e vê amor nas coisas mais simples da vida, e que uma botija pode devolver a paz para os vivos e para os que se foram.
Dentre outras histórias interessantes, vamos ver a vida no sertão, escolhas e consequências, e o principal: a fé.

Gostei muito da leitura e estou ansiosa para ver o livro físico pronto.

Li o livro em e-book que foi cedido pela Editora Hope para resenha.
Ainda está sem capa definida, essa foi feita por mim. Logo que sair trago para vocês.

Minha nota:🌟🌟🌟🌟

Link: Instagram AQUI
Blog Cá Entre Nós AQUI



RESENHA/PRIMEIRAS IMPRESSÕES. Livro: HOMO CACTUS Autor: Marcello Silva Editora :Hope (Ainda irá entrar em pré venda) Minhas impressões: Um livro onde vemos várias historias, tendo o sertão como fundo. Vamos nos apavorar com o lobisomem e sempre nos benzer ao passar por uma encruzilhada. Conhecer a triste história de um cangaceiro traído e de um menino esperando o papai noel. E nos emocionar com um casal e vê amor nas coisas mais simples da vida, e que uma botija pode devolver a paz para os vivos e para os que se foram. Dentre outras histórias interessantes, vamos ver a vida no sertão, escolhas e consequências, e o principal: a fé. Gostei muito da leitura e estou ansiosa para ver o livro físico pronto. Li o livro em e-book que foi cedido pela Editora Hope para resenha. Ainda está sem capa definida, essa foi feita por mim. Logo que sair trago para vocês. Minha nota:🌟🌟🌟🌟
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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Escritor Marcello Silva participa do 4º Festival de Literatura e Artes Literárias.


Agora em abril de 2017, o escritor chavalense Marcello Silva, autor do livro "O Pescador", participa da quarta edição do FESTIVAL DE LITERATURA E ARTES LITERÁRIAS, ou FLAL (Arte e Estilo), com a participação de 165 autores distribuídos em 220 vagas de bate-papos e entrevistas. O evento é online e iniciou em 1 º de abril e tem a duração de 10 semanas. O público poderá conversar e fazer perguntas em dias e horários específicos para cada um deles. A bate-papo com Marcello Silva será dia 22/04/2017 ás 18h50min. e a entrevista será entre os dias 10 e 11 de maio às 14 h.




Sobre o 4 º FLAL (Arte e Estilo)

O evento totalmente online, grátis e será separado por temáticas. Terá concurso de textos, entrevistas, Quiz literário e debates. Com atividades de interação, brindes, prêmios, dentre outros

O evento é organizado por uma equipe de 10 pessoas em trabalho voluntários: Luiz Amato, Ironi Jaeger, Nell Morato, Daniela Garcia, Elizabeth Machado, Luana Karoliny, Nanci Penna, Lizi Reis, Natali Felix e Roberta de Souza 


Conheça o FLAL - Festival de Literatura e Artes Literárias, em sua 4° Edição - Arte e Estilo na página do evento.

Participe!

https://www.facebook.com/events/1882855601936542/?active_tab=discussion

domingo, 28 de novembro de 2010

Livros Autorais e Participações em Coletâneas

Na Garganta Um Sertão Enjaulado 

Independente
Autor: Marcello Silva
ISBN: 9786500443905
Ano: 2021/2022
Edição: 1
Páginas: 80
Gênero: Poesia

Sinopse:

Na Garganta Um Sertão Enjaulado' é um livro-memória dos que já partiram e dos que ainda virão, vagantes e andantes por estes sertões: homens, mulheres, crianças, fantasmas, lobisomens, etc. O autor buscou em suas memórias afetivas lembranças de vivências e estórias ouvidas pelos anciãos da comunidade e transformou a trajetória de sua gente e de sua terra em poesia. Ler esta obra é como ouvir o som do vento noturno mexendo com as palhas da Carnaúba enquanto a caipora passa assoviando para o Rio Ubatuba.
Para o prefaciador, poeta Diego Mendes Sousa, "Marcello Silva opera com a intertextualidade, com ideias de Graciliano Ramos e de Euclides da Cunha (baleia graciliana tão comum por aqui ou todo sertanejo é antes de tudo sertanejo) e com máximas populares, como esse sertão já foi mar. Arrojado e sucedido, ele funda a sua cidade, o seu lugar perdido na voragem do Brasil"
O obra é uma produção independente e tem o projeto gráfico, ilustrações e capa assinados pelo escritor Adriano Lobão Aragão


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Homo Cactus

Editoral Hope
Autor: Marcello Silva
ISBN:
Ano: 2018 
Páginas: 84   
Edição: 1
Gênero: Conto

Sinopse:

Falando em Homo Cactus, o autor Marcello Silva está no seu melhor momento. Nesta obra está toda a sua terra, seus costumes, medos, brinquedos, lembranças, os pais e os irmãos, sua primeira escola, as ruas de sua cidade, as conversas e as superstições. Bonito de ler a rudeza dos diálogos, a descrição dos homens e das suas igrejas e casas. É bonito e gratificante ler uma obra igual a esta. E a gente acaba viajando entre os contos, seus títulos, frases e as letras, por entre as veredas que ninguém nunca imagina onde vão chegar. 

Antonio de Pádua Marques Silva – Escritor membro da Academia Parnaibana de Letras 

Homo Cactus é um mergulho de peito aberto em lembranças, um abraço na nostalgia, um íntimo encontro com diversas faces, fases, amores e dores. Estende suas raízes nas terras por vezes áridas da memória, revitalizando histórias ouvidas outrora, seja à beira da fogueira, contadas pelos anciãos, sob a luz da lua iluminando rostos atentos; seja sussurros soprados pelo vento de outros tempos. Esse abraço nostálgico que Homo Cactus nos traz é espinhoso, porém necessário. Essa resiliência que inspira, é o símbolo do sertão! 
Luana Silva – Escritora

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O Pescador


Chiado Editora
Autor: Marcello Silva
Ano: 2015
Páginas: 148
ISBN: 978-989-51-4930-8
Edição: 1
Gênero: Poesia

Sinopse:

Palavras pescadas do âmago da rotina, sob uma óptica poética peculiar. O autor põe em suas metáforas, uma intensidade e uma verdade que chega a transbordar, pelas páginas, uma vontade de sermos o próprio texto.
Desde os devaneios de suas paixões, passando pela saudade da terra natal, até ao contexto social político, O Pescador navega em uma poesia bruta e sutil. Paradoxo? Simetria, talvez.
Ler esta obra é se apaixonar pela simplicidade que as metáforas ainda podem nos provocar na alma.




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Coletânea Café do Cazuza

Editora: Uiclap/Indepedente
Organizadores: Marcello Silva, Rosinha Maciel
ISBN: 9786500700787
Páginas: 226
Edição: 1
Ano: 2023
Gênero: Poesia, crônicas e contos

Sinopse:

Chaval, belíssima cidade encravada de pedras, aos poucos vai se tornando uma cidade encravada de poesia, de literatura. Mesopotâmia do Ubatuba e Timonha, com seus castelos monolíticos. Cidadezinha charmosa, que inspira poesia em suas ruas, em seus becos, em suas casas ladeadas por rochedos, ou mesmo em cima das pedras, onde podemos contemplar o infinito, e é bonito. É bonito o Porto do Mosquito e suas canoas, bem perto do Gamboas. É bonito de se ver a Pedra da Gruta, a Pedra da Santa, a Pedra da Carnaúba, a Pedra do Cristo, a salina e seu açude. Os filhos da maré, crianças de 80 anos… Nordeste é terra boa, amor-próprio, vitórias do Brasil.Na varanda do tempo, o acontecimento, definitivamente hoje, mais uma tarde normal na vida do “culumim” raiz, que se torna o poeta feliz, como a fênix lendária, revivendo o Café do Cazuza: coletânea literária.


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Versania - Coletânea Poética

Editora: Sieart 
ISBN 978-85-60146-83-3 
Organizador: Claucio Ciarlini 
Páginas: 148 
Edição: 1 
Ano: 2017
Gênero: Poesia

Sinopse: 

Nestas modestas páginas participam poetas de diversos estilos e sonhos. E o resultado é uma obra plural e inundada de sentimentos. o Livro é fruto de um sonho, que só se tornou possível através da união de 24 almas, reforçando a velha, porém jamais esquecida, máxima de Raul: 'Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só... Mas sonho que se sonha junto é realidade'.


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Natal do Castelo Literário - Crônicas e Poesias 

ISBN978-85-69782-05-6 
Editora: Editora Pendragon 
Autor: Diversos Autores 
Páginas: 134 
Edição: 1 
Ano: 2015 
Gênero: Variado

Sinopse: 

Nesta ocasião natalina, as princesas convidaram vários autores que participam do Castelo Literário, a celebrarem a grandeza da Literatura Brasileira em um belo livro de poemas e contos que versam sobre o Natal. Cada um, ao seu estilo, fala das suas percepções e histórias sobre essa data mágica. Aproveitem o Natal com todos os poemas e contos, que falam ao coração de uma forma prazerosa e divertida. 


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1. Contos Entre Gerações (2019)
Primeiro volume de uma trilogia que conta com diversos escritores, a maioria de Parnaíba e região. Neste, 30 contistas participaram. Idealizada por Claucio Ciarlini e organizada por Claucio e José Luiz de Carvalho. Diagramação de Fábio Bezerra.
2. Poemas Entre Gerações (2020)
Segundo volume de uma trilogia que conta com diversos escritores, a maioria de Parnaíba e região. Neste, 60 poetas participaram. Idealizada por Claucio Ciarlini e organizada por Claucio e José Luiz de Carvalho. Diagramação de Fábio Bezerra.
3. Crônicas Entre Gerações (2021)
Terceiro volume de uma trilogia que conta com diversos escritores, a maioria de Parnaíba e região. Neste, 40 cronistas participaram. Idealizada por Claucio Ciarlini e organizada por Claucio e José Luiz de Carvalho. Diagramação de Fábio Bezerra.
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1 - Piauí em Letras 2 (2019)
Segundo volume de uma coleção que conta com diversos escritores, a maioria do Piauí. Neste, 17 escritores participaram. Organizada por Adrião Neto, Lena Lustosa, Mozaniel Almeida e José Paraguassú.
2 - Piauí em Letras 4 (2021)
Quarto volume de uma coleção que conta com diversos escritores, a maioria do Piauí. Neste, 28 escritores participaram. Organizada por Antonio José Sales, José Paraguassu e João Passos. Editora Sieart.
3 - Piauí em Letras 5 (2022)
Quinto volume de uma coleção que conta com diversos escritores, a maioria do Piauí. Neste, 32 escritores participaram. Organizada por Claucio Ciarlini, Antonio José Sales, José Paraguassu e João Passos. Editora Sieart.


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1 - I Coletânea do Piauí Poético (2021)
Obra idealizada e organizada por Claucio Ciarlini, Wilson Maudonado e Alexandre César. Produzida pela Editora Tremembé, contou com a participação de 50 poetas do grupo virtual recém criado. Comprar AQUI
2 - Gritos na Escuridão (2022)
Antologia de contos de terror e suspense que contou com autores de vários estados, principalmente Piauí e Ceará. idealizado por Rodrigo Ciarlini e organizado por Rodrigo Ciarlini, Jailson Junior e Claucio Ciarlini. Num total de 14 escritores. Editora Sieart. Comprar AQUI

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1 - 72° Almanaque da Parnaíba, edição 2019/2020
Periódico produzido pela Academia Parnaibana de Letras, que conta com escritos de acadêmicos e convidados, num total de 54 participantes. Sob a direção do presidente José Luiz de Carvalho, conta também, com os organizadores: Claucio Ciarlini, Alcenor Candeira Filho, Antonio Gallas Pimentel e Maria Dilma Ponte de Brito. Editora Sieart.
2 - 73° Almanaque da Parnaíba, edição 2021.
Periódico produzido pela Academia Parnaibana de Letras, que conta com escritos de acadêmicos e vencedores do concurso literário promovido naquele ano, num total de 42 participantes. Sob a direção do presidente José Luiz de Carvalho, conta também, com os organizadores: Claucio Ciarlini,  Antonio Gallas Pimentel, Diego Mendes Sousa, José Wilton Porto e Maria Dilma Ponte de Brito. Editora Sieart.


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1 - Piagui em Quarentena I (2020)
Revista produzida em meio ao periodo de maior fechamento da Pandemia de Covid e que reuniu diversos escritores publicando desde poemas, a pequenos contos, crônicas ou artes. Com a edição de Claucio Ciarlini e a diagramação de Fábio Bezerra, a publicação contou com a participação de 46 colaboradores.
2 - Piagui em Quarentena II (2020)
Revista produzida aos moldes do primeiro volume. Com edição Claucio Ciarlini e a diagramação de Fábio Bezerra, contando com a participação de 67 colaboradores.


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Vulcão Literário 

Ano: 2022
Edição: 1
Organizador: George da Silva e Alexandre César. 
Editora Tremembé.
ISBN: 9786599617478
Página: 88
Gênero: Poesias.


"E assim como um vulcão em erupção, os escritos que emergem deste ambiente ricamente poético, frutos de autores com grande capacidade, certamente trarão forte repercussão a todos os lugares e pessoas que forem atingidas"





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Floresta de Ponta-Cabeça


Organizadores: Ivone Gomes de Assis; Evandro Valentim de Melo
Editora: Assis
Edição: 2
Ano: 2020
Páginas: 208
Categoria: eBooks
ISBN: 978-65-87354-21-7

Sinopse:

O livro Floresta de ponta-cabeça é o volume 2 da Série “Cerrado e sustentabilidade”, sendo os outros dois volumes: 1) Da janela da vida: raízes e folhas; e 3) Vida sob as agruras da seca. Este volume apresenta o cerrado brasileiro por meio da poesia de 177 autores brasileiros. Esta escrita é um clamor às autoridades e ao próprio homem em sociedade em prol da natureza, sobretudo o Cerrado. A poesia sintetiza a história em poucas linhas. A poesia é um peticionar em versos, cuja compreensão demanda competência e sensibilidade. Uma obra ideal para ocupar as discussões em sala de aula e nas reuniões governamentais. O cerrado é o fôlego da natureza, e vem pedindo socorro faz tempo. É preciso acordar para esta emergência.

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Uma dose de poesia - com poetas nordestinos

Organizador: Abrahão Filho
Editora: Editora Vila Rica
ISBN: ‎ 978-6598053406
Ano: 2023
Edição: 1
Gênero: Poesia

Sinopse:
 
A capacidade de adequação e ressignificação das manifestações culturais do nosso povo é o que permite a construção de legados centenários em vários saberes populares. E não é diferente com a poesia. Uma antologia de poetas vivos e vivas é um símbolo do diálogo necessário entre ancestralidade e futuro, guiado por discursos e estéticas que no presente se colocam como ponte de troca e aprendizado entre os dois. Adequações e ressignificações, é indispensável dizer, que não implicam necessariamente em renúncia de essências e singularidades ou relativização de valores basilares de determinadas culturas; mas sim o entendimento por parte de quem faz estes saberes de que as novas linguagens e os novos espaços devem servir como diferentes e fortes vetores de formação, e não, previamente, vistos como chance de diluição de conteúdo ou de algum conceito original.(Antonio Marinho - Prefaciador)

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Poesia de Status - Rap e Poesia

Organizadora: Bárbara Veev
Ano: 2021
Edição: 1
Editora: Uiclap
Gênero: Poesia

Sinopse

Os capítulos ganharam forma a partir do concurso literário Poesia de Status 2021: rap e poesia, em que a premiação só foi possível devido ao fomento de incentivo à cultura da Lei Aldir Blanc, aprovado pela prefeitura de Ribeirão das Neves em dezembro de 2020. Os candidatos foram convidados a enviar poemas de até 10 versos na categoria Poesia de Status, vídeos de até 4 minutos na categoria Poesia Recitada e músicas de até 8 minutos na categoria Rap na Rede. Os critérios de seleção foram concisão, conteúdo pertinente e originalidade da letra, na respectiva ordem às categorias mencionadas anteriormente.

A partir dessa antologia, composta por 54 autores, o leitor verá que há diversas maneiras de compor uma poesia, seja musicada ou não. Resolvi trazer o rap para a cena literária, pois este estilo musical me lembra o nascimento da poesia, seja na cultura grega, africana ou oriental – que se originou da língua falada.

Espero que aproveitem as possibilidades que a poesia pode proporcionar, além da simples utilidade aos status virtuais.

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ASIN: ‎ B09LQ82G82
Editora ‏ : ‎ Casa Brasileira de Livros
Ano: 2021
Número de páginas: ‎ 171 páginas
Formato: eBook

Sinopse:

No ano de 2021, a Casa Brasileira de Livros realizou o 1° Prêmio MicroConto de Ouro, com o intuito de se tornar uma referência do gênero no Brasil. Após um estrondoso sucesso, este livro foi concebido, composto por todos os selecionados: mais de 150 microcontos de excelente qualidade. Trata-se de um projeto ousado que gerou um livro único... Mas cuidado: ler microcontos pode viciar!

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